terça-feira, 18 de agosto de 2015

no verão descemos ao mais alto nível

O verão é isto. Excedermos-nos e ultrapassarmos (em grande) os nossos limites, físicos, psicológicos, financeiros...
Levamos tudo à exaustão, com a desculpa de que é verão, de que tem que ser, de que é agora ou nunca, de que o calor é motivo para tudo e tudo e tudo...e nadar e apanhar um escaldão.
E depois vem aquela sensação, sabe-se lá de onde nem porquê...de vazio, de insatisfação...de saudades do inverno.

segunda-feira, 3 de agosto de 2015

um lugar ao sol


De quando em vez, os Delfins entram na minha vida e acontece um momento puro de insight.
Podiam ser os Doors, podia ser a Diana Krall, a Nina Simone, o Caetano Veloso, os Abba, o Trio Odemira, mas não. São os Delfins. Tenho que me aguentar. Porque tudo acontece em milésimos de segundo, em que a atenção latente desperta e toca como um alarme de um carro.

quarta-feira, 15 de julho de 2015

isto é que são férias #1

Em modo de"ir para fora cá dentro", esta são ideias daquelas que nos enchem o coração e as medidas.
Pegue num lençol branco e estenda na corda da roupa, não sem antes retirar toda a roupa seca, não a precisa dobrar, nem passar, muito menos pôr nas gavetas. Simplesmente relaxe...
Ponha almofadas e mantas no chão, umas cadeiras do campismo também servem, quanto mais forem melhor.

segunda-feira, 13 de julho de 2015

é tudo uma questão de números

Admiti ontem à minha irmã, que ultimamente tenho sofrido de uma patologia que se chama "desculpite". Não posso isto, não tenho tempo para quilo. Um tédio de discurso que tenho vindo a proferir nos últimos tempos. Aliás vê-se pelo número de posts...
Quando  tomamos consciência das nossas fraquezas, isso dá-nos uma enorme oportunidade de potenciar uma mudança nas coisas mais pequenas da nossa vida, que podem efectivamente fazer uma grande diferença na nossa higiene mental, e por conseguinte, na nossa qualidade de vida.
Uma das minhas fraquezas (mea culpa) é querer fazer tudo. E querer fazer tudo o que me passa pela cabeça. E fazer tudo é sempre para ontem. Casa, trabalho, família, amigos.
Assim, quando nos focamos em tudo o que não fizemos e gostaríamos de ter feito, estamos a desvalorizar tudo o que fizemos e a pôr o foco na "falta", quando nos devíamos concentrar na prosperidade, em tudo o que conseguimos fazer. Não o contrário.
Contra mim falo, mas isso está prestes a mudar.

quarta-feira, 17 de junho de 2015

you know nothing, jon snow


Do que eu gostava mais em ti, era esta capacidade para começar conversas gerais, falar sobre o tempo, sobre as banalidades da vida. Claro que tal como todos também tu tinhas traumas e uma família longe de ser perfeita. Mas ninguém merece isto. Já percebi porque é que o leão comeu uma das produtoras da serie: ele não gostou do grand finale que aí vinha. Volta Jon Snow, estás perdoado.


segunda-feira, 15 de junho de 2015

do avesso



Finalmente chegou o filme Inside Out, dobrado em Português, do qual eu já tinha falado aqui anteriormente, que traduzido à letra, seria "do avesso", ou seja, aquilo que se passa na nossa mente, as angustias, as incertezas, mas também a alegria, a satisfação, tudo o que explica as nossas atitudes e por conseguinte o nosso comportamento.
Perceber como se formam as emoções no nosso corpo e como estas se transformam em sentimentos, e ainda compreender a relação de tudo isto com a memória, ou melhor, da função que a memória tem na construção e elaboração dos afectos. Simplesmente genial. 
Para ver e partilhar dos 8 aos 80.
Boa semana :)

quinta-feira, 11 de junho de 2015

5 sinais de que as férias fazem mal às pessoas


Afinal, sempre fizemos uma pausa, mas não estamos em stand by...
Coisas que me colocam dúvidas e me põem a pensar durante as férias:

1. As férias obrigam as pessoas a passarem tempo juntas e a fazerem coisas juntas. Algumas pessoas não sabem estar com as outras, outras pessoas não percebem como participar numa série-de-actividades-estipuladas-que fazem-parte-da-rotina-de-férias então optam por anular-se, por não opinar, não participar, não reivindicar espaço ou opinião, do género façam como se eu cá não estivesse. E não está mesmo.
2. É suposto as férias serem divertidas. É suposto estarmos felizes, é suposto que as miúdas tenham os laços na cabeça, as duas vestidas de igual, o nosso ego ali projectado naquelas duas alminhas que nos fazem bipolarizar entre um "Estou tão feliz por estarmos na praia" e um grito que nos salta de repente "Não mandes areia para cima da tua irmãaaaaaaa". Existe uma pressão enorme para aproveitarmos cada minuto, cada segundo a rir e já agora a agradecer, porque temos um privilégio que muitos não têm, já é uma sorte ir de férias...

perdidos e achados